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SEGUIDORES DE CAMINHADA

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Filme de Animação

                                                  




                                                                                                         
CENAS DO FILME
Não há como não sorrir das façanhas desses animais animados.
A filmagem é muito bem feita, cheio de momentos cômicos,
bravura, amizade, cujo cenário nos ensina muito, com imagens que parecem reais.
É um dos filmes que mais me apaixonei, dado seu realismo, comparado com as lutas humamas.
Todos sabem de quem estou falando:  A Era do Gelo.
É um filme pra crianças, mas delicioso para os adultos.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Olhar e ver - (reflexões)


Olhar e ver 

Saber ver é difícil.
Compreender o que os olhos olham é mais difícil ainda.
Transformar-se, após compreender, está mais além.
Entender as palavras ditas, e as lidas, está no foco do que os olhos podem ver ou do que a imaginação pode tecer.
Assim sendo, a vida é um processo de descobertas das coisas que muitos já descobriram e estão por descobrir. O véu se abre a cada olhar que a vê e se mantém fechado para quem passa e não a vê.
Viver é ter paciência com o olhar que nem tudo sabe ver. É descobrir que há diferença em ver. Que se pode aprender a ver. Que é possível transformar-se após olhar e ver.
É página que passa e que pode ser repassada.
É encanto e também desencanto.
Depende da página que for olhada... E vista... Compreendida... E vivida.
Podemos olhar e nos ver como figurantes atuantes nas páginas desse livro chamado vida. Dela, somos atores, agentes transformadores, cujo olhar nem sempre vê.


Juiz de Fora, 16 de fevereiro de 2011.
Evaldo de Paula Moreira
Reflexões

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Milenar Egito



Milenar Egito
Desde minha infância, nas pesquisas escolares muitas vezes debrucei-me encantado nas estórias encantadas, nos mistérios escondidos nas terras desse povo antigo do Egito.
Egito dos faraós, reis, rainhas e tantos governantes. Camelos, espadas e turbantes.
Túmulos mirabolantes. Rio Nilo, pirâmides.
Os cinemas a mostrarem os camelos galopantes no deserto, de sol escaldante.
Egito, daqui tão distante, mas aqui tão presente. Com suas cidades, modelando-se no passado e no presente, e com inúmeras lições para o mundo.
É um amor antigo, posso dizer. Em todo lugar há algo que o faz aparecer.
No cinema, na revista, no jornal, na internet, e na TV.
Em muitas propagandas uma imagem do Egito a gente sempre vai ver.
Ora! E Agora?!
Mais um peso, como muitos havidos dantes, para seu povo resolver.
Parece como em qualquer lugar, onde o povo tem que se aglomerar para reclamar e respirar o ar da liberdade.
O Egito não está só. O mundo deseja para ele, um novo alvorecer.
Sua história milenar nunca vai deixá-lo escapar de nossa admiração.
Egito... Berço da humanidade.
Humanidade que nessa hora difícil o abraça e espera pela tranqüilidade de seu povo.   

Juiz de fora, 11 de fevereiro de 2011.
Evaldo de Paula Moreira
Dia de Egito


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Amanhecer


Vejo no amanhecer a Terra que sacode os viventes do sono bem dormido. Ou mal dormido. Ou não dormido.
Registros. Vistos. Ou não vistos.
Cenário que se abre. Aos risos. Sorrisos. Ou lágrimas. Ou indiferenças.
Luzes do sol. Ou sombras das nuvens.
Abraço da vida. Que aperta. Ou afrouxa o coração.

Juiz de Fora, 06 de fevereiro de 2011.
Evaldo de Paula Moreira
Devaneios