Se não é mais na poeira, onde ginga o corpo fazendo cena de “capoeira”, sacode assim mesmo o pó que sempre nos acerca, soprado pelo vento da vida, porque o pó é o teste que testa a fibra.
Fibra que faz afastar-se do chão, pra não ser soterrado. Faz continuar sendo vida, vivida. Não vida morta, que o solo sempre convida pra quietude do descanso. O desânimo também, a isso, convida. Ele é o vento que dá corda ao desalento. Enquanto tenhamos fibra e vontade, estas os ventos não derrubam.
O vento também é o ar, que refresca e nos alimenta a esperança.