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SEGUIDORES DE CAMINHADA

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Milenar Egito



Milenar Egito
Desde minha infância, nas pesquisas escolares muitas vezes debrucei-me encantado nas estórias encantadas, nos mistérios escondidos nas terras desse povo antigo do Egito.
Egito dos faraós, reis, rainhas e tantos governantes. Camelos, espadas e turbantes.
Túmulos mirabolantes. Rio Nilo, pirâmides.
Os cinemas a mostrarem os camelos galopantes no deserto, de sol escaldante.
Egito, daqui tão distante, mas aqui tão presente. Com suas cidades, modelando-se no passado e no presente, e com inúmeras lições para o mundo.
É um amor antigo, posso dizer. Em todo lugar há algo que o faz aparecer.
No cinema, na revista, no jornal, na internet, e na TV.
Em muitas propagandas uma imagem do Egito a gente sempre vai ver.
Ora! E Agora?!
Mais um peso, como muitos havidos dantes, para seu povo resolver.
Parece como em qualquer lugar, onde o povo tem que se aglomerar para reclamar e respirar o ar da liberdade.
O Egito não está só. O mundo deseja para ele, um novo alvorecer.
Sua história milenar nunca vai deixá-lo escapar de nossa admiração.
Egito... Berço da humanidade.
Humanidade que nessa hora difícil o abraça e espera pela tranqüilidade de seu povo.   

Juiz de fora, 11 de fevereiro de 2011.
Evaldo de Paula Moreira
Dia de Egito


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Amanhecer


Vejo no amanhecer a Terra que sacode os viventes do sono bem dormido. Ou mal dormido. Ou não dormido.
Registros. Vistos. Ou não vistos.
Cenário que se abre. Aos risos. Sorrisos. Ou lágrimas. Ou indiferenças.
Luzes do sol. Ou sombras das nuvens.
Abraço da vida. Que aperta. Ou afrouxa o coração.

Juiz de Fora, 06 de fevereiro de 2011.
Evaldo de Paula Moreira
Devaneios

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Vida Antiga, no Campo.




Natureza integrada no campo.


No campo, a natureza era integrada, naquela minha infância.
Os animais trabalhavam ajudando o homem nos serviços pesados.
O cão ajudava na empreitada de controle. Não posso esquecer-me dos cavalos que suportavam os arreios e puxavam as charretes.
O homem controlava todos os reinos: mineral, animal e vegetal.
Mas, por razões morais e religiosas guiava-se obedecendo a Deus porque acreditava mais intensamente Nele.
Então, tudo seguia a hierarquia natural, onde todos viviam nos seus limites.
Havia mais árvores, que sustentavam as águas, que sustentavam todos; os grilos que sustentavam os sapos, que sustentavam as cobras, que sustentavam as aves de rapina.
As sementes das plantas que sustentavam as aves e os pássaros, que embelezavam os céus e de forma milagrosa também promoviam o equilíbrio da própria natureza.
As coisas foram mudando, e o mundo é outro, com acertos e desacertos. É mais urbano do que rural. Não quero entrar nos méritos das mudanças. Apenas quero guardar a lembrança da minha infância no campo, que também teve parte feliz na cidade, há muito tempo. Mas essa é outra história, onde a alegria foi mesclada com a saudade.

Juiz de Fora, 30 de janeiro de 2011.
Evaldo de Paula Moreira
Conto de Amor