quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Vida Antiga, no Campo.
Natureza integrada no campo.
No campo, a natureza era integrada, naquela minha infância.
Os animais trabalhavam ajudando o homem nos serviços pesados.
O cão ajudava na empreitada de controle. Não posso esquecer-me dos cavalos que suportavam os arreios e puxavam as charretes.
O homem controlava todos os reinos: mineral, animal e vegetal.
Mas, por razões morais e religiosas guiava-se obedecendo a Deus porque acreditava mais intensamente Nele.
Então, tudo seguia a hierarquia natural, onde todos viviam nos seus limites.
Havia mais árvores, que sustentavam as águas, que sustentavam todos; os grilos que sustentavam os sapos, que sustentavam as cobras, que sustentavam as aves de rapina.
As sementes das plantas que sustentavam as aves e os pássaros, que embelezavam os céus e de forma milagrosa também promoviam o equilíbrio da própria natureza.
As coisas foram mudando, e o mundo é outro, com acertos e desacertos. É mais urbano do que rural. Não quero entrar nos méritos das mudanças. Apenas quero guardar a lembrança da minha infância no campo, que também teve parte feliz na cidade, há muito tempo. Mas essa é outra história, onde a alegria foi mesclada com a saudade.
Juiz de Fora, 30 de janeiro de 2011.
Evaldo de Paula Moreira
Conto de Amor
sábado, 29 de janeiro de 2011
Lembranças da despedida
Lembranças
Num dia silencioso no porto, ouço por fim o som do apito do navio e o chacoalhar das águas no casco.
Antes que siga destino distante, meu coração bate forte, com medo de que os olhos não vejam mais as curvas do doce corpo da amada, que logo se distanciará nas curvas do rio, dentro do navio.
Medo de que, desse amor, fique somente a saudade, somente o definitivo Adeus.
Juiz de Fora, 28 de janeiro de 2011
Evaldo de Paula Moreira
Poema de Amor
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
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