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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Aprendendo a escrever. Reflexões.




Não dá para esquecer as professoras e professores que já me assessoraram a vida.

Ensinar é algo muito mágico, que exige talento, paciência e amor.

      Aprender o b, a, bá não foi tarefa fácil, ou melhor, era difícil, mas foi fácil, por causa da paciência da professora. Felizmente, mesmo no campo, não conheci o “método da régua” para quem errava ao aprender. A professora usava o método do carinho, do elogio. Havia severidade quanto a respeito, atenção em aula. Nada, entretanto que demonstrasse desamor ou agressividade. A busca era a do comprometimento com o aprendizado. Houve tempo mais antigo que foi desse jeito, rude. Professores sempre de réguas na mão, prontos para o castigo.

              Eu só guardo a gratidão pelo carinho recebido nas escolas onde estudei.

              Hoje em dia existem lugares na Europa onde querem abolir a caligrafia. Em pouco tempo, acredito que o notebook substituirá a caligrafia.

              É claro que não podemos abrir mão da modernidade, mas só me resta saber de que sentiremos saudades. De pessoas ou de objetos?         Ou a saudade não vai ser necessária, mais?


Brasília, 07 de julho de 2011.
Evaldo de Paula Moreira
Série Contos de infância

                              

3 comentários:

Ma Ferreira disse...

Acho que nada substirui a escrita. Eu gosto de fazer anoçãoes com o velho hábito de caneta e papell.
Mas acho que a tendencia é isso acabar sim..
Mas a saudade? esta não..pq esta bem guardada em nossos corações.
Muito obrigada pelo verso eixado em meu blog. Adorei.Queria te convudar a conhecer o blog de uma nova amiga, escritora, cronista:
http://anaceciliaromeu.blogspot.com
Tendo um tempinho..ela vai gostar da sua visita!
Um abraço

Ma

Cissa Romeu disse...

Oi Evaldo, tudo bem?
Primeiro, quero te agradecer pela visita, e comentário lá no meu blog. Também estou te seguindo, mas espero que tenha dado certo, pois não estava mostrando os seguidores e tive que entrar pelo meu painel, e como ainda não está mostrando os seguidores, não consegui ver se meu quadrinho está aqui! Mas acho que deu tudo certo!

Agora que li o comentário da Ma, aqui encima, que de Má não tem nada!!!

Gostei muito do seu espaço virtual e este texto em especial me tocou bastante, pois ainda hoje, muito do que escrevo ainda rascunho à mão livre, pode parecer meio antiquado, mas enfim... rsrs

Evaldo, voltarei mais vezes, seu trabalho merece, novamente te agrdeço pela consideração!
Grande abraço!

Humoremconto
http://anaceciliaromeu.blogspot.com

V.Cruz disse...

Estimado Poeta! Tenho andado meio afastada por motivos de saúde, mas espero estar restabelecida em breve e retornando às atividades “blogais”. Voce sempre nos levando para o recondito das nossas melhores lembranças...a minha infancia é algo que gosto muito de lembrar, tive uma infancia deliciosa...aprendi a ler e escrever em casa, com meu Papá...acho que nas fraldas...sinceramente não me lembro ao certo a idade, so dei que fui para a escola (infantil), já alfabetizada!
Mas não me esqueço, as grandes mestras que tive na vida...me lembro nitidamente de cada uma com muito carinho, e te digo, eu n conhecia régua, porque, embora fosse muiito levada, eu era muito esperta e sedutora e então eu “dobrava” de certa forma as “prós” e no máximo ganhava uma advertência carinhosa. Mas também, era muito aplicada, minhas provas sempre acabavam virando obras de arte, primeiro pela nota, eu não tirava abaixo de 9,5 e depois porque sempre havia um desenho afetuoso de agradecimento pelo aprendizado...rs
Nossa, viajei!! Aqui com lágrimas nos olhos...tentado lembrar-me o nome todo de D. pedros...rs
Abraços Poéticos