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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

A medalha – visita ao parque


Visita ao Parque das Águas em Caxambu

Estava aproveitando o frescor das árvores, das fontes de águas minerais, muito bem cuidadas. Eu e minha mulher.
Um pequeno monumento no parque me chamou a atenção, pois as pessoas se postavam a seu redor, algumas vezes, em silêncio, meditando, ou em admiração, talvez. Turistas, como nós.
Depois de algum tempo apreciando o parque, resolvi, descontraído, me aproximar do pequeno monumento ao passar novamente próximo a ele.
Sentei-me em um banco ao redor dele e pus-me a desacelerar os pensamentos que até então estavam ocupados, observando as belezas que existem no parque, inclusive o monumento que me “convidou a ir até ele”, pois me despertou curiosidade.
Aos poucos fui sentindo uma paz diferenciada.
Eu já estava em paz comigo mesmo, mas sentia que algo vinha de fora, naquele ambiente.
Era como se estivesse influenciado pelas energias suaves, doces, das brisas que sopravam brandas.
Naquele lugar, e naquele momento, havia algo a mais.
Sem tecer juízo, de qualquer natureza, filosófico, científico, ou religioso, senti a paz, como se estivesse em oração, em recanto silencioso.
Apenas me aproximei porque me despertou interesse em olhar, sem pensar em meditação, que pode ser feita em qualquer lugar ou em qualquer segundo de nossas vidas.  Senti-me atraído pela novidade.
Depois de passados alguns instantes em harmonia sublime é que me dei conta do que era o monumento, pela descrição contida em uma placa e qual era o significado da medalha, conforme a foto postada.
Há lugares belíssimos no parque, que fotografei e poderia postar agora, mas aquele foi um instante especial, no final do ano de 2011.





Juiz de fora, 12 de janeiro de 2012.
Evaldo de Paula Moreira
Passeio em Caxambu/MG


Fotos by Evaldo